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terça-feira, 31 de maio de 2011

90 minutes ago

Boa maneira de começar a manhã :) Bom dia Estoril!!! :D
A good way to start the day :) Good Morning Estoril!!! :D

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Reciclar

Chegámos ao spot com 8 latas quase cheias. Cinco ficaram completamente vazias. Levamo-las de volta para reciclagem.
After painting, 5 cans became completely empty. Let's take them to recycling.

domingo, 29 de maio de 2011

Vota PCTP-MRPP!!!

Estamos precisamente a uma semana da eleição dos 230 deputados que constituirão a próxima Assembleia da República Portuguesa. Como é natural, por trás da figura do Dalaiama Street Art está um cidadão (quando não mais de um) que também vota. Aliás, desde que há duas décadas adquiriu o título de eleitor nunca prescindiu do seu direito de ser consultado, tendo participado em TODAS as eleições e referendos. Esse cidadão declarou recentemente que entregará o seu voto ao PCTP-MRPP. E fá-lo-á com convicção, tanto mais que, na nossa opinião, a conjuntura actual o exige. Essa declaração podia não ter sido feita, mas foi e não há mal nisso.
Quem não concordar, eu respeito.
Então espero que vote no Bloco de Esquerda ou na CDU, se optar pelas forças partidárias já com assento na AR, ou no POUS ou no Partido Pelos Animais e Pela Natureza (PAN), se optar pelos partidos ainda sem assento na AR. Sobre este último partido, só lamento a sua confusão ideológica, uma vez que não se assume como sendo de esquerda nem de direita, porque é aquela força partidária que, na minha opinião, introduz no debate uma causa essencial ao Ser Humano no caminho da sua evolução, que é o necessário respeito pelos animais. As pessoas não precisam de se tornar vegetarianas (se bem que quem assisir a este elucidativo vídeo talvez reconsidere a sua posição), mas respeitar os animais é essencial nesta nossa breve passagem pelo planeta Terra.
Por fim, se não quiser votar em nenhum dos partidos citados, eu lamento, mas respeito à mesma. Pessoalmente tenho amigos (que curiosamente desconhecem, como a maior parte das pessoas que lida comigo no dia-a-dia, a minha identidade clandestina de artista urbano) que já me declararam a sua simpatia pelos partidos da Troika venenosa (PS, PSD, CDS-PP); esses três partidos degladiam-se pelo poder, mas OS TRÊS, chegando ao governo, levarão por diante o MESMO PROGRAMA, aquele assinado com a tenebrosa Troika externa, BCE, CE e FMI. Portugal piorará bastante (ainda mais). Não obstante, em relação a estas pessoas, independentemente das suas opções políticas, respeito-os à mesma. Tenho naturalmente os meus defeitos, mas considero-me bastante tolerante e verdadeiramente democrata.
Por fim, o povo não deve pagar uma dívida que não foi ele que contraiu. Olho pessoalmente para mim mas também à minha volta e, vinte anos no mercado de trabalho nunca nos trouxeram senão remunerações baixas, contratos precários ou nem sequer a existência de contratos, enfim, a impossibilidade de fazer planos que não a curtíssimo prazo, a integração numa sociedade sem solidariedade, sem projecto colectivo. Em suma, Portugal em 2011 faz os seus cidadãos depararem-se com uma existência sem existência. Dizem-nos que devemos pagar uma alegada dívida... Mas que dívida é essa? Por acaso tê-la-emos contraído na azáfama dos salários baixos e dos empregos precários? Então por que é que não vivemos melhor? Dizem-nos que andamos a viver acima das nossas possibilidades... Mas como é possível? O sofrimento social que se tem imposto está acima das nossas possibilidades? Quer dizer que há uma situação, supostamente mais de acordo com as nossas possibilidades, ainda mais abaixo, com condições de vida ainda mais degradantes? Não creio. No que estou convicto é que alguém é que tem andado a viver acima das nossas possibilidades e agora quer nos apresentar a conta de uma dívida que eles contrairam, não nós.
Algumas pessoas, naturalmente conduzidas por um genuíno sentido de honradez, afirmam: isso não é bem assim, se temos uma dívida é justo que a paguemos. É justo que façamos sacrifícios. Ora, fazer sacrifícios é deixar de jantar fora de vez em quando, é reduzir as idas ao cinema, ao teatro, é abster-se de comprar livros de quando em vez. Quem tem um empregozito mais ou menos seguro até considera a possibilidade de se prestar a esses sacrifícios para pagar uma dívida que, repito, não é sua, não é do povo português. Porém, aquilo que se está a pedir a uma fatia enorme da população portuguesa, que vive de falsos recibos verdes, de empregos precários, de vidas exploradas, não são sacrifícios, é mais do que isso: pedir a alguém que renuncie ao trabalho e ao pouco rendimento que tem, e por conseguinte, ao carro, à casa, aos cada vez mais frágeis apoios sociais, À DIGNIDADE, não é pedir sacrifícios. É muito mais do que isso. É roubar-lhes o que resta da vida.
Vote-se em que se votar, é de defender o voto contra os partidos da troika interna (PS, PSD, CDS-PP) que aceitam submeter-se aos desmandos da troika externa (CE, FMI e BCE). Votar contra esses partidos é, sem fundamentalismos, equacionar todos os outros que se dispõem a rasgar acordos (cada um à sua maneira) que nos conduzem à ruína e à guerra social. O PCTP-MRPP tem, nesse sentido, uma posição muito clara: o povo português não tem que pagar uma dívida que não contraiu. Também por isso voto e conto com a eleição do dr.Garcia Pereira.
Enfim, o que acontecer nestas eleições, acontecerá. A vida flui. A luta continua!
(O texto completo está no facebook)

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Downtown tonight

Aproveitámos que fomos a Lisboa e bombámos um pouco pela Baixa. Since we went to Lisbon, we did some bombing at downtown.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Rapinagem europeia

«A Europa, essa, pressionada pela cegueira económica e política da senhora Merkel e por uma opinião pública europeia intoxicada por discursos simplistas e populistas sobre as dívidas dos países periféricos, queria apenas uma coisa: sacar o máximo possível, o mais depressa possível, para dar tempo aos bancos do norte da Europa para se recapitalizarem antes da inevitável renegociação da dívida, lá para 2013. (...) (...) Fazendo as contas, o pagamento da dívida é impossível nestas condições. Portugal teria de conseguir, com quebra de receitas e crise económica e social, um excedente orçamental de 3,5% do PIB até 2013. A verdade é que o Estado português já é insolvente. Mas o que a Europa queria era mesmo evitar qualquer renegociação antes de esvaziar os cofres.» Daniel Oliveira

terça-feira, 24 de maio de 2011

4 mentiras para te enganar




«Quando chegar o dia 5 de Junho, os cidadãos portugueses vão ser chamados a eleger o poder legislativo. Mas, salvo qualquer surpresa, o verdadeiro poder de legislar terá já sido entregue, por vários anos, ao Fundo Monetário Internacional (FMI) e ao Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF).


(...)
o choque neoliberal, apesar da sua retórica salvítica, é desastroso para as economias e para as sociedades. (...) Ao que se junta a conivência de uma comunicação social que está mais atenta ao «pluralismo de opiniões» dentro da famosa troika do que dentro da sociedade. Eis algumas dessas ideias e receitas que são repetidas à saciedade.

Uma delas é que, se é certo que o plano para Portugal vai ser mais duro do que noutros países da União Europeia, isso acontece porque o FMI/FEEF devia ter sido chamado mais cedo. É claro que, se tivesse sido chamado mais cedo, o argumento mostraria a sua plasticidade: para funcionar, basta que a culpa seja sempre do que aconteceu antes do início da intervenção externa.

Uma outra ideia é a de que a recapitalização do sistema bancário é fundamental para a revitalização da economia e que é por isso que o sector ficará com uma parte significativa, a seguir ao pagamento da dívida, da «ajuda» a conceder. Pouco importa, portanto, que tenha sido o sistema financeiro a ter originado a crise e que, passados quatro anos, continue a não se fazer rigorosamente nada para a sua reforma e regulação. O que é preciso é conseguir impor todos os sacrifícios aos contribuintes para alimentar chorudos lucros bancários, se possível conseguindo a proeza de não ter de ouvir ninguém chamar a esse resgate uma «ajuda interna» − na verdade, ela é praticada pelos Estados, através dos contribuintes, e é destinada a salvar o sistema financeiro.

Outra ainda é a ideia de que o Estado social é necessariamente «gordo», «monstruoso», «ineficaz», precisando por isso de uma cura que o torne «ágil» e «moderno»… mas não se pode dizer muito sobre cada uma das reformas sem estudar tudo muito bem, pois elas podem ser duras para alguns sectores. É certo que estas ideias e medidas, puramente ideológicas, esquecem qualquer consideração crítica ou evidência empírica sobre uma pretensa maior eficiência dos privados. É certo também que ignoram de forma consciente o papel central que a associação entre fiscalidade progressiva e serviços públicos, que devem ser universais e gratuitos, desempenha na lógica subjacente ao contrato social em que assentam as democracias. Mas, mais do que isso, estas ideias encobrem o que está de facto em curso, aliás há várias décadas, e que é um programa de contínua extensão do projecto neoliberal, no quadro do qual a disputa do Estado (não o seu desaparecimento) e a apropriação dos recursos públicos são peças centrais para a formação dos lucros das grandes empresas e para a alimentação de todos os rentismos.

Uma última ideia é a de que a «ajuda» não vai ter grandes resultados ao nível da diminuição do desemprego ou da recuperação da economia e que se calhar também não vai permitir resolver o problema do pagamento da dívida, apesar de teoricamente ser esse o objectivo de quem «chamou» o FMI/FEEF. Mas também, apressam-se a acrescentar, tendo o pedido chegado tão tarde, tendo o país um sistema bancário tão descapitalizado e um Estado social tão «gordo»… não esperavam milagres, não é? Pois, milagres não. Só seria de esperar que não se cometesse o erro brutal de, num país há muito devastado por crescentes desigualdades e desprotecções sociais, e cada vez mais condenado por uma União Europeia que despreza a coesão entre os seus membros, não se piorasse a situação da esmagadora maioria dos cidadãos recorrendo a ajudas que matam.»


sexta-feira, 20 de maio de 2011

Porta-bagagens

Hoje é dia de levar o carro à Inspecção. Se calhar é melhor esvaziar o porta-bagagens logo de manhazinha :p

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Lutar e Resistir contra as Troikas!!!

Como já aqui foi dito, sob a aparência tenebrosamente gentil do que se designa por «ajuda» ao nosso país, promovida por troikas externas (BCE, FMI e CE) e internas (PSD, PS e CDS-PP), os meios de comunicação social, servis aos interesses dominantes, procuram apresentar-nos como inevitável uma realidade ainda em construção. Só é inevitável aquilo que aceitarmos que o seja. De facto, há alternativas. A suposta «ajuda» externa, mais não é do que um empréstimo predador que pretende pôr-nos a nós todos, cidadãos livres, a pagar os devaneios, desvios, corrupções, lucros e roubos de uma minoria abastada. Luxuosamente, são eles que vivem acima das tuas possibilidades, e quem paga és tu?
A visão televisiva que dá como incontornável a vinda do FMI é um atentado à democracia (na medida em que procura determinar de antemão o programa do próximo governo, independentemente do que os cidadãos portugueses venham a decidir nas eleições de 5 de Junho) e à soberania do nosso país (porque, com a ajuda dos capatazes nacionais, esse programa é cozinhado por banqueiros estrangeiros).
O momento histórico que vivemos é grave. Para quem ainda não percebeu, a ingerência da troika externa (BCE, FMI e CE) com a actuação conivente da troika interna (PSD, PS e CDS-PP) vem procurar roubar os recursos do nosso país e o resultado do nosso trabalho. Agregado ao empréstimo está a imposição de um conjunto de medidas que procura obrigar o país a transformar-se num feudo ultraliberal. Procuram regular os tempos da nossa existência, sobrecarregando as nossas horas de trabalho em detrimento dos tempos do lazer e do descanso. Mas mais do que isso, o que se está a preparar é um ataque brutal aos direitos adquiridos por décadas de luta, procurando tornar impossível a realização de projectos de vida, em razão de se estar a tentar impor um modo de existir crescentemente precário.
Estamos num momento decisivo da nossa história. Enfrentam-se em combate dois modelos de sociedade: um que ainda se pretende democrático, livre e solidário. Outro que acentua a diferença entre ricos e pobres, que condiciona o exercício da democracia e os direitos de cidadania ao poder económico, que relega o mitigar das diferenças sociais à prática cínica e insuficiente da caridadezinha. Está em causa resistir a uma nova ordem mundial, ultraliberal, que, nação a nação, deseja impor os seus dogmas apresentando-os como inevitáveis.
Nada é inevitável. Tudo se transforma, tudo se constroi. O tempo é de resistência e luta. É impossível não assumires uma posição.
Por fim, para quem o quiser ver, fica o vídeo em versão Vimeo e versão Youtube. É escolher:

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Imparável!

A few hours ago Dalaiama did this most recent peace.
Há poucas horas realizámos a intervenção mais recente.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Freedom

«The aim of art is freedom. Freedom from the often pressing constraints of duty, from the one-dimensional illusion of order fabricated by self-appointed management, and from the omnipresent current of daily life. Artistic expression thus seeks innovative ways of life and the reinvention of being through the limitless power of imagination.»
Donna (german street artist)

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Troikas

Aqui está a troika («triunvirato» como diz o Paulo Portas Hahaha). Ainda não sabemos bem se aqui representamos a troika externa (Banco Central Europeu, Comissão Europeia e FMI) ou a troika interna (PS, PSD e CDS-PP, cujo programa eleitoral é comum e já está definido, embora eles gostem de apregoar, à caça de votos, que apresentam programas diversos entre si). Trata-se de um programa único, defendido pelos três partidos que vêm conduzindo os governos de Portugal desde há três décadas. Um programa que deseja impor o aumento do IRS e do IVA, privatização do que resta do serviço público (com consequente diminuição da qualidade e aumento do preço desses serviços, em especial da saúde e da educação), congelamento e redução dos salários, cortes nas comparticipações nos medicamentos, nos abonos de família, nos subsídios de desemprego, nas bolsas escolares e demais apoios sociais, aumento do preço dos transportes e subida geral do custo de vida! E viva as troikas, a interna e a externa!!!

sábado, 14 de maio de 2011

Some Hours Ago

We don't understand what is happening to blogger: these last days it's been not allowing new posts and it has even deleted older ones. Anyway, here are some images from last night fresh paintings.
O blogger tem andado incompreensível: nos últimos dias não permitiu novas publicações e inclusive parece ter deletado outras mais antigas. Seja como for, deixamos aqui as imagens mais recentes produzidas de ontem para hoje.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Três Oitos

«Volta à ordem do dia a velha reivindicação dos "três oitos" – oito horas de trabalho, oito horas para dormir, oito horas para fazer o que se quiser! – aquela que no imediato corresponde às aspirações mais urgentes dos homens e mulheres manietados por este estado de crise geral e subversão de pilares da civilização. É a consecução dessa exigência uma essencial condição objectiva para a liberdade individual e colectiva que fundamentam uma sociedade democrática e justa.
Obstáculo de peso à ferocidade predatória que hoje domina a economia mundial, a reivindicação das 8 horas de trabalho define, como ciclo natural e vital do ser humano e da sua felicidade, o dia e a noite. Numa mesma rotação da Terra sobre si mesma, na alternância de luz e sombra, com a influência que elas têm na nossa biologia e psicologia, devem, homens e mulheres, percorrer o ciclo do trabalho, do prazer, do amor e do repouso.»
Pedro Penilo

terça-feira, 10 de maio de 2011

Predação


The artwork shown above is 8 feet height.
The stencil shown below is less than 1 foot height.
They both do bite, like predators always do.
A obra de arte exposta acima apresenta mais de dois metros e meio de altura.
O estêncil que aparece em baixo tem pouco mais de 20 centímetros de altura.
Nos dois casos os dentes são ferozes e mordem, como de resto fazem todos os predadores.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Environment

«Street art in my opinion seems to be more and more concerned with integrating itself with the immediate environment.»
Roadsworth (street artist)

sábado, 7 de maio de 2011

Stickers Ready to Print #2




Dando continuidade ao que antes foi dito, hoje publicamos mais imagens em alta resolução prontas para serem impressas sobre papel autocolante no formato A4 (210mm x 297mm).
As we said before, today we give you some more high-resolution images, so that you can, if you wish, print your own Dalaiama stickers at home.