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sábado, 31 de dezembro de 2011

2011 was the year of the street


«2011 was the year of the street. The revolutions in the Middle East, the Occupy movement across the USA and other protests in Europe were all on the street.
(...)
The street art and the protests are interconnected. Syrian school kids started the revolution by spray-painting a wall and when they were beaten and tortured there were demonstrations that have continued and expanded as the cycle repeated. During 2011 revolution in Tunisia as most of the population was on the streets local artists carried their paintings through the streets; it was the perfect place to exhibit them. Egyptians painting walls during the protests, anti-Gaddafi paste-ups around Misrata; it is about the right to express your views.


The metaphorical significance of the street is akin to the real world. Street culture is seen as a real/symbolic cultural source: “reality-fantasy-symbol. Reality may easily be regarded as the most fantastic category, as the most crudely symbolic category. Symbol may be the realist, most accessible etc. etc.” (Richard Meltzer, The Aesthetics of Rock, 1987, Da Capo Paperback, p.14 footnote 1). Control of the streets is a symbolic status for the legitimacy of any government, hence the need for violent responses to street protests or artists painting on walls (...).


The question of the year was does symbolic/real control make a government legitimate or does legitimacy of a spring from democratic elections, respect for human rights and representing concerns of the population? And in 2011 the answer appeared on the streets.»


Mark Holsworth

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Israels' real face


«If you go to Gaza you'll see hell. Ramallah is okay compared to Gaza, but these settlements are so stupid. The settlers do whatever they want and the whole country just follows them.
Basically, in Haifa before the Jews got here there were Arabs here. Then the Jews say they were here before that and so it goes on. Bla bla bla. But I think the settlements are a way for the world to see what Israels' real face is. They talk about peace but in the end they don't care. It's sad.»

Unga, israeli street artist from Brokenfingaz crew

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

One Hundred Stickers















De tempos em tempos realizamos uma edição limitada de autocolantes feitos à mão. Desta vez temos estado a trabalhar dedicada, árdua e pacientemente na preparação de mais de cem autocolantes, todos diferentes entre si.


Sometimes we produce limited editions of hand-made stickers. This time we've been working very hard to make more than one hundred stickers! These are some examples of this most recent production.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

BMW: escravatura, pilhagem e massacre?



«Gunther Quandt foi, nos anos 40, o patriarca de uma família que ainda hoje controla a BMW e gere uma fortuna de 20 mil milhões de euros. Compaghon de route de Hitler, filiado no partido Nazi, relacionado com Joseph Goebbels, Quandt beneficiou, como quase todos os barões da pesada indústria alemã, de mão-de-obra escrava, recrutada entre judeus, polacos, checos, húngaros, russos, mas também franceses e belgas. Depois da guerra, um seu filho, Herbert, também envolvido com Hitler, salvou a BMW da insolvência, tornando-se, no final dos anos 50, uma das grandes figuras do milagre económico alemão. Esta investigação, que iliba a BMW mas não o antigo chefe do clã Quandt, pode ser a abertura de uma verdadeira caixa de Pandora. Afinal, o poderio da indústria alemã assentaria diretamente num sistema bélico baseado na escravatura, na pilhagem e no massacre. E os seus beneficiários nunca teriam sido punidos, nem os seus empórios desmantelados.» 


Filipe Luís

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Black & White Improvisation


Este foi o resultado de um hora passada diante de uma parede branca, nas mãos apenas dois bocados de cartão e uma lata aerossol nova, cujos 400 ml de tinta preta foram completamente esvaziados.


This is what we could improvise in 60 minutes, on a white wall, with only two pieces of cardboard and a brand new spray can of black paint being completely emptied.

sábado, 24 de dezembro de 2011

Red Bull Street Art View
















Look at what we found :D
First we go to http://streetartview.com/?search=dalaiama.
Second we type «Dalaiama» in the search box on the left.
Third we zoom in Portugal.
Finally we zoom in the spots marked on the map of Lisbon.
These pictures were taken some years ago, that's why there are spots shown that no longer exist and other spots not shown that nowadays are there. We also found other paintings hidden by cars, awnings, trees... :( so they are not marked.
If you know any other spot not shown in this small collection, please feel free to mark it on the map, thanks :)
In addition you can look for paintings from other artists :D

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Entrecampos (Google Maps Street View)




Descobrimos no Google Maps Street View uma imagem pouco definida de um Dalaiama deixado à porta do metro em Entrecampos. Trata-se de um estêncil que já foi publicada aqui e aqui.


We found in Google Maps Street View a low definition image from this stencil, at the underground entrance, in Entrecampos, Lisbon. It was once again published here.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Does It Belong To The Public?




«Many commentators have drawn connections between the popular uprisings in the Middle East and the arrest of Chinese artist, Ai Weiwei.  But is there any connection between the arrest of Ai Weiwei and the recent arrests of street artists in the USA? This year artist LA II, aka Angel Ortiz, a former collaborator with Keith Haring was arrested in New York. And there have been multiple arrests of street artists in Los Angeles including: Revok, aka Jason Williams, the French artist, Space Invader (arrested 20/4/11) and Smear, aka Cristian Gheorghiu (arrested 16/4/11).

(...)

Although the law says that the arrests are about vandalism. It is actually about image as no wall has ever been actually damaged by the application of a coat of paint. The arrest of these artists is no more about vandalism than Ai Weiwei’s arrest is about his alleged economic crimes. Although I’m sure that capable prosecutors in both countries will be able to legally prove their respective cases according to their respective laws.

(...)

The reason for the government crack down on street artists in the USA, on artists and human rights campaigners in China, and on anyone who protests in the streets in the Middle East is basically the same. The street is highly symbolic; it is the public face of the collective consciousness. Public area is part of a political discourse – does it belong to the people, every individual person, or to the government, and a ghostly idea of “the public”? Street art is a revolt about the definition of public and private space in the modern city. And like the occupation of the streets in the Middle East, or Ai Weiwei’s activism, it is a threat to authority of the ruling party and their claim to represent the public.»



terça-feira, 20 de dezembro de 2011

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Granda Malha Yarn Bombing Street Art


É bom quando a rua é um lugar de múltiplas intervenções, de diferentes discursos formais. Todos ganhamos com este enriquecimento cultural. As artistas da Granda Malha andam a bombar bem, fazendo uso dos seus talentos no domínio das lãs e dos desenhos tricotados com que envolvem a paisagem urbana. É uma alegria partilharmos todos o mesmo espaço público! :)


These Artists Granda Malha have been refreshing the streets with very nice Yarn Bombings. Here is an example in São Pedro do Estoril.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Está nas nossas mãos a mudança



«Salvo catástrofe natural (e mesmo as consequências podem ser minoradas), tudo o que acontece aos humanos é obra de humanos. Tudo aquilo que é mau nas sociedades humanas, e tudo o que se consegue fazer de bom, saiu de nós. De uma maneira ou de outra, aquilo que humanos conseguem fazer, outros humanos conseguem desfazer. A "ganância estúpida" que Keynes lamentou em 1919 é humana. A "prudente generosidade" que Marshall concretizou após 1945 também. Exigir o pagamento de dívidas até toda a gente se lixar é humano. Perdoar dívidas para suster um dano maior também. A escravidão e a abolição, ambas humanas. Os humanos podem escolher. O que foi feito na Europa nos últimos tempos tem que ser invertido, e depois reformulado. Tudo o que é antidemocrático, absurdo e irrealista pode ser substituído por coisas democráticas, que façam sentido e que sejam sustentáveis. E quem tem que fazer isso somos nós. Porquê? Porque os marcianos não virão cá fazer por nós. Porque os mortos já não podem. Porque os vindouros ainda não podem. Não há mais ninguém: só nós.»


Rui Tavares

sábado, 17 de dezembro de 2011

More New Cans








Milhares de dias a pintar.
Milhares de euros em tintas.
Milhares de horas de sono suprimidas. 
E aqui estamos nós: fresquíssimos, sempre prontos para a luta!

Thousands of euros spent on cans.
Thousands of days spraying walls.
Thousands of not sleeping hours.
And here we are: fresh and ready for a lot more!