SÊ BEM-VINDO ! SÊ BEM-VINDA ! YOU ARE WELCOME !

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

David and Golias


We are here to fight you big corporations!

Our logo is the peaceful sword that is conquering back the public territory!

It's a hard task, but we have strength and persistence, we don't surrender!

We have faith, and just like David against Golias the triumph will be ours! ;)

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Older Men and Many Women


«The post-graffiti movement is characterized by wide-ranging stylistic, technical and material innovations, which place less emphasis on lettering (...). Unlike signature graffiti, produced predominantly by young men, post-graffiti art is typically disseminated by somewhat older men and a great number of women.»

Anna Waclawek

domingo, 27 de janeiro de 2013

SANGUE...


O trabalho excessivo pode gerar fadiga e a distração daí decorrente pode trazer alguns inconvenientes. Aqui houve sorte, a lâmina afiadíssima do x-ato (estilete) apanhou a mão de raspão. Talvez seja altura de interrompermos por algum tempo a produção intensiva de novos estênceis, conduzida desde há alguns meses. Lembremo-nos: NUNCA PÔR AS MÃOS NO CAMINHO DA LÂMINA!


Let's have a break. Probably we have been working too much on cutting new stencils...
Everybody should always remember: NEVER LET THE HANDS CROSS THE WAY OF THE SCALPEL BLADE! They're too sharp :p



sábado, 26 de janeiro de 2013

New Stencils of Snakes



Muita chuva, o trabalho foi passado no interior do atelier a desenhar e a cortar novos estênceis. De cobras, pois claro, muito a propósito do Forum Económico Mundial que reúne as maiores do planeta até amanhã em Davos.


quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Dalaiama's Logo








The streets belong to The People, not to ubiquitous big trademarks! 
We are going to defeat them!

Non-commercial citizens' logos are occupying the walls, we are taking the public space, WE'RE GETTING BACK WHAT BELONGS TO US!


terça-feira, 22 de janeiro de 2013

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

domingo, 20 de janeiro de 2013

The Job, The Family, The Fucking Big Television


«I'm moving on, going straight and choosing life. I'm looking forward to it already. I'm going to be just like you: the job, the family, the fucking big television, the washing machine, the car, the compact disc and electrical tin opener, good health, low cholesterol, dental insurance, mortgage, starter home, leisurewear, luggage, three-piece suite, DIY, game shows, junk food, children, walks in the park, nine to five, good at golf, washing the car, choice of sweaters, family Christmas, indexed pension, tax exemption, clearing the gutters, getting by, looking ahead, to the day you die.»

Mark "Rent-boy" Renton (in Trainspotting, written by Irvine Welsh)

sábado, 19 de janeiro de 2013

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Streets and Galleries


«More people get to see my artwork on the streets than they’d ever see it on gallery walls. And it’s a way of getting the message out to galleries, "I don’t need you for exposure."»

Matt Siren


quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Choose a Fucking Big Television



«Choose Life. Choose a job. Choose a career. Choose a family. Choose a fucking big television, choose washing machines, cars, compact disc players and electrical tin openers. Choose good health, low cholesterol, and dental insurance. Choose fixed interest mortgage repayments. Choose a starter home. Choose your friends. Choose leisurewear and matching luggage. Choose a three-piece suit on hire purchase in a range of fucking fabrics. Choose DIY and wondering who the fuck you are on Sunday morning. Choose sitting on that couch watching mind-numbing, spirit-crushing game shows, stuffing fucking junk food into your mouth. Choose rotting away at the end of it all, pissing your last in a miserable home, nothing more than an embarrassment to the selfish, fucked up brats you spawned to replace yourselves. Choose your future. Choose life...»

Mark "Rent-boy" Renton (in Trainspotting, written by Irvine Welsh)

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Le Monde Diplomatique









Quem nos conhece sabe que há muitíssimo tempo lemos o Le Monde Diplomatique. Há décadas que o jornal existe, não obstante a edição em língua portuguesa (Portugal) seja para os leitores um privilégio com pouco mais de dez anos. 

Os textos deste mensário são de alta qualidade: livres, inteligentes, verdadeiramente independentes, ousados, descomprometidos, não prestam favores aos poderes instituídos, manifestam um conhecimento profundo e bem fundamentado no tratamento dos temas (o que legitima uma crítica esclarecida e esclarecedora).

O Le Monde Diplomatique, ao contrário da imprensa dominante, pratica um jornalismo livre. 

Os orgãos de comunicação social habituais mais não são do que empresas de notícias. Os seus proprietários existem como uma minoria de patrões que se contam pelos dedos de uma mão e que se constituem como os verdadeiros donos da informação. Eles concentram o poder de decisão sobre o que é ou não publicado e o modo como é analisado.

A repetição de notícias incompletas, controladas e tendenciosas esconde técnicas subtis de censura e propaganda com a finalidade de controlar as massas e fabricar consentimento. A desinformação fomenta o medo e a desconfiança entre os cidadãos, dividindo-os, gerando conformismos, imobilismos e subserviências a uma classe dominante, bastante minoritária, que os explora. Opiniões alternativas, frequentemente muito bem fundamentadas, são amordaçadas. Impõe-se assim um pensamento único, conservador e autoritário no debate de ideias sobre a possibilidade de construção de uma sociedade mais solidária e justa. 

O conjunto dos cidadãos passa então a aceitar os processos de dominação como sendo naturais, esquecendo que os sistemas económico-sociais são inventados e produzidos pela ação humana, não são «naturais», muito menos imutáveis. Com efeito, o ser humano distingue-se dos demais animais por ser capaz de construir as suas próprias condições materiais de existência. Por exemplo, se a necessidade biológica de alimento é «natural», o modo como se organiza socialmente a produção e a distribuição dos alimentos não é nada «natural», resulta sim de decisões e opções político-ideológicas protagonizadas pelos seres humanos.

Nada é definitivo, os sistemas e as sociedades transformam-se pela ação dos agentes sociais e a história humana faz disso prova.

Os orgãos gigantes da comunicação social dominante são conduzidos por jornalistas subjugados, subservientes ao patrão que os ameaça de despedimento caso não capitulem. Disfarçados de democráticos, formam e envenenam as opiniões coletivas, visando controlar os comportamentos e assegurar que os cidadãos se mantêm afastados da vida pública.

Neste quadro, o Le Monde Diplomatique vem recordar-nos que é possível respirar uma verdadeira liberdade de expressão!


É por isso que de cada vez que o Le Monde Diplomatique publica imagens Dalaiama, vivemos a sensação de nos ter sido concedida a honra de poder participar na força militante de pessoas esclarecidas que, todos os dias, se empenham na construção de uma sociedade melhor, apostada no bem comum. 

As folhas que aqui apresentamos (em particular as páginas 16, 19 e 21) foram publicadas em Julho/2012.

Aproveitamos para lembrar que a edição de Janeiro/2013 já está disponível nas bancas. Comprar o Le Monde Diplomatique é defender causas nobres!



domingo, 13 de janeiro de 2013

The Things We Can't Buy


«It’s good to have money and the things that money can buy, but it’s good, too, to check up once in a while and make sure that you haven’t lost the things that money can’t buy.»

George Lorimer


sábado, 12 de janeiro de 2013

Dalaiama Classic


 

Eis três versões de uma das composições mais características da nossa tinta militante. No mapa da Grande Lisboa, cada uma destas paredes constitui o vértice de um triângulo equilátero com cerca de 15 quilómetros de lado.