domingo, 10 de junho de 2012
Viva Portugal!
10 de Junho: dia de Portugal! from Dalaiama Street Art on Vimeo.
Na Europa solidária Portugal sorri sem emprego, sem casa nem dignidade. Nos salões faustosos de ouro e diamante há festim e gargalhadas vorazes. O ócio divertido cavalga insaciável sobre a vontade de um povo esquartejado.
sábado, 9 de junho de 2012
Jumbo Downtown
We arrived there with close to a hundred stickers in our hands, then we came back home with none.
sexta-feira, 8 de junho de 2012
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Grandes e novíssimos
Os últimos tempos têm sido dedicados à gestão dos estênceis. São centenas! Este é um trabalho moroso que exige dedicação e paciência.
Alguns estênceis raramente são usados. Outros, devido à sua utilização frequente, precisam de uma manutenção pormenorizada.
A persistência produz resultados: também temos realizado novos desenhos. Algumas formas são pequenas, mas outras, tal como hoje exemplificamos, são bem grandes.
For a long time we've been very busy, spending many days in the atelier. We've been working on new stencils. As we see today, there are not only small ones, but also some quite big examples.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Dawn at Monte Estoril
Um amanhecer primaveril e húmido no Monte Estoril, mesmo antes de o céu clarear.
Just before dawn, some bombing on Monte Estoril walls is a good way to start a mild spring day.
terça-feira, 5 de junho de 2012
Mais-valia
«Marx procura resolver o "mistério" que reside no facto de o capitalista conseguir vender o produto do trabalho do produtor directo, por mais dinheiro do que aquele que investiu na compra de meios de produção, de matéria-prima e da força de trabalho. Marx descobre que é na compra dessa mercadoria específica, que é a força de trabalho, e no uso que lhe dá, que reside o "truque" ou o "milagre". Porque a força de trabalho é "fonte de valor, e de mais valor do que ela própria tem". O valor diário da força de trabalho corresponde aos meios de vida diariamente precisos para a produção da força de trabalho. Há assim uma diferença entre o valor da força de trabalho e a sua valorização no processo de trabalho. Essa diferença é assinalada por Marx ao referir-se ao valor como trabalho objectivado ou trabalho morto quando se refere às horas incorporadas nos meios de trabalho e na matéria-prima. Ou seja o trabalho que foi socialmente em média gasto para os produzir, enquanto o uso presente da força de trabalho no presente processo de trabalho é trabalho vivo.
O que acontece então é simplesmente que o capitalista faz trabalhar aquele que lhe vendeu a força de trabalho umas horas para além daquelas que são medidas pelo valor que ele pagou na compra. Ora é este trabalho a mais e não pago que vai repercutir no preço a que o capitalista vai vender o "seu" produto. A análise de Marx vai ainda refinar a sua complexidade, mas este admirável capítulo do Capital já nos elucida o bastante para percebermos a importância da definição do horário de trabalho.»
Manuel Gusmão
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Combatendo o empobrecimento e a perda de direitos civis
«Esta situação de total injustiça tem sido aceite pela maioria das pessoas, que baixam a cabeça, têm medo de perder o pouco que têm, e rezam para que as coisas passem. A verdade é que elas só vão piorar enquanto quem está sujeito a esta situação indigna não levantar a sua voz.
Vendem-nos que só as soluções dialogantes podem garantir a nossa saída desta espiral de empobrecimento e perda de direitos civis. Fazendo este caminho e obedecendo a estas premissas chegamos até aqui. Talvez fosse mais sábio fazer exactamente o contrário: resistir e desobedecer àqueles que violam as leis da democracia e da liberdade, mostrando que pela sua reacção prepotente e violenta não têm razão.
Numa das tragédias clássicas do teatro grego, Antígona opõe-se às leis da cidade que a impedem de enterrar o irmão. Para ela as leis da cidade não estão acima do que deve ser feito. A sua tragédia vai derrubar a tirania. Há milhares de anos, como agora, a liberdade vale mais que os repressores de turno. Basta um gesto para o perceber.»
Nuno Ramos de Almeida
http://5dias.net/2012/05/12/quando-os-tribunais-rimam-com-repressao/
domingo, 3 de junho de 2012
Estênceis novíssimos
Desde há mais de uma semana temos dispensado um incontável número de horas a trabalhar intensamente no desenho, corte e produção de novas composições e estênceis. Brevemente as ruas serão inundadas com mais tinta.
For more than a week we've been working hard on drawing and cutting new stencils and compositions. Very soon new paint is going to hit the streets.
sábado, 2 de junho de 2012
The city as a museum
«Graffiti, street art and urban art has used the street as their stage. The protagonists present themselves to the public, react to their environment and see the city as their museum. Their work does not function in the devout stillness of a white cube; they want you to discover their artwork while waiting at a set of traffic lights or walking down the street. Street art has always had the aim of occupying and capturing space.»
Robert Klanten
sexta-feira, 1 de junho de 2012
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Limpar o estêncil #3
Uma das razões para o estêncil ser limpo após o uso tem a ver com a sua conservação, porque o excesso de tinta que sobra vai-se acumulando e as áreas vazadas vão-se fechando, as pequenas aberturas mais detalhadas podem mesmo entupir-se completamente. Seja como for, mesmo com limpezas constantes esses detalhes vazados acabarão por fechar-se no caso dos estênceis usados continuamente. A limpeza retardará esse problema, mas em qualquer momento a manutenção pode incluir o uso meticuloso do x-ato (estilete) para cortar os excessos que bloqueiam as zonas vazadas. Atenção que essa é uma tarefa que pode levar muitas horas.
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