«Graffiti is a tool of expression. It allows you to say out loud what other people are thinking. Politics is the opposite: we tell the people what they want to hear in order to control them. Graffiti is the first form of revolt whether it is with inscriptions or drawings during war, riots or revolutions. One should never underestimate the political and social power of graffiti. Graffiti became an egocentric tool much later in history.»
Kidult
sábado, 11 de janeiro de 2014
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Extra-oficial
"O termo Street Art é recente se o compararmos com a antiquíssima inquietude de representar um símbolo próprio na parede e passar assim a fazer parte da vida pública. Os textos extra-oficiais, assim como os desenhos nas paredes, receberam várias vezes o nome de graffiti. A origem deste termo é uma reminiscência do vocábulo italiano sgraffire. (...)
Em meados do século XIX – coincidindo com a descoberta de inscrições nos muros de Pompéia – apareceu pela primeira vez a palavra graffiti. Já desde o seu início, um dos traços característicos deste fenoméno foi o seu carácter extra-oficial. Por esta razão, alguns arqueólogos, como Rafaelle Garucci, separaram com absoluta clareza os graffiti da arte oficial.
Esta distinção condicionou desde o início a maneira de ver tanto a Street Art como os graffiti, que ainda hoje é determinante para a sua aceitação"
Johannes Stahl
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
STOP!
O empobrecimento de quase todos é para pagar o enriquecimento de alguns.
How many thousands of suffering poor people do we need to make only one millionaire?
How many thousands of suffering poor people do we need to make only one millionaire?
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
No arranque de 2014...
«Ei! Sorria... Mas não se esconda atrás desse sorriso...
Mostre aquilo que você é, sem medo.
Existem pessoas que sonham com o seu sorriso, assim como eu.
Viva! Tente! A vida não passa de uma tentativa.
Ei! Ame acima de tudo, ame a tudo e a todos.
Não feche os olhos para a sujeira do mundo, não ignore a fome!
Esqueça a bomba, mas antes, faça algo para combatê-la, mesmo que se sinta incapaz.
Procure o que há de bom em tudo e em todos.
Não faça dos defeitos uma distância, e sim, uma aproximação.
Aceite! A vida, as pessoas, faça delas a sua razão de viver.
Entenda! Entenda as pessoas que pensam diferente de você, não as reprove.
Ei! Olhe... Olhe a sua volta, quantos amigos...
Você já tornou alguém feliz hoje?
Ou fez alguém sofrer com o seu egoísmo?
Ei! Não corra. Para quê tanta pressa? Corra apenas para dentro de você.
Sonhe! Mas não prejudique ninguém e não transforme seu sonho em fuga.
Acredite! Espere! Sempre haverá uma saída, sempre brilhará uma estrela.
Chore! Lute! Faça aquilo que gosta, sinta o que há dentro de você.
Ei! Ouça... Escute o que as outras pessoas têm a dizer, é importante.
Suba... faça dos obstáculos degraus para aquilo que você acha supremo,
Mas não esqueça daqueles que não conseguem subir a escada da vida.
Ei! Descubra! Descubra aquilo que há de bom dentro de você.
Procure acima de tudo ser gente, eu também vou tentar.
Ei! Você... não vá embora.
Eu preciso dizer-lhe que... te adoro, simplesmente porque você existe.»
Charles Chaplin
Mostre aquilo que você é, sem medo.
Existem pessoas que sonham com o seu sorriso, assim como eu.
Viva! Tente! A vida não passa de uma tentativa.
Ei! Ame acima de tudo, ame a tudo e a todos.
Não feche os olhos para a sujeira do mundo, não ignore a fome!
Esqueça a bomba, mas antes, faça algo para combatê-la, mesmo que se sinta incapaz.
Procure o que há de bom em tudo e em todos.
Não faça dos defeitos uma distância, e sim, uma aproximação.
Aceite! A vida, as pessoas, faça delas a sua razão de viver.
Entenda! Entenda as pessoas que pensam diferente de você, não as reprove.
Ei! Olhe... Olhe a sua volta, quantos amigos...
Você já tornou alguém feliz hoje?
Ou fez alguém sofrer com o seu egoísmo?
Ei! Não corra. Para quê tanta pressa? Corra apenas para dentro de você.
Sonhe! Mas não prejudique ninguém e não transforme seu sonho em fuga.
Acredite! Espere! Sempre haverá uma saída, sempre brilhará uma estrela.
Chore! Lute! Faça aquilo que gosta, sinta o que há dentro de você.
Ei! Ouça... Escute o que as outras pessoas têm a dizer, é importante.
Suba... faça dos obstáculos degraus para aquilo que você acha supremo,
Mas não esqueça daqueles que não conseguem subir a escada da vida.
Ei! Descubra! Descubra aquilo que há de bom dentro de você.
Procure acima de tudo ser gente, eu também vou tentar.
Ei! Você... não vá embora.
Eu preciso dizer-lhe que... te adoro, simplesmente porque você existe.»
Charles Chaplin
domingo, 5 de janeiro de 2014
Moradias que combinam luxo com simplicidade
Moradia em zona privilegiada, bons acessos, a apenas 10 minutos do Casino.
Magnífica vista para o mar, Cascais no seu melhor!
Garantia de qualidade
Dalaiama Street Art Empreendimentos Imobiliários Lda.
Últimas unidades à venda!
Não perca esta oportunidade única!
sábado, 4 de janeiro de 2014
Conjunto habitacional pós-troika
Prossegue a construção do conjunto habitacional pós-troika.
Com desenho arquitetónico cinicamente modesto, mas elegante, é a opção certa para quem procura elevados padrões de conforto e bem-estar, num ambiente de boa vizinhança (sem escumalha) e luxo discreto.
Localização junto ao mar com praia privada.
Apesar do solo português, insere-se numa zona nobre bem frequentada, em que predominam os idiomas inglês e alemão.
VISITE HOJE MESMO A VIVENDA MODELO.
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Ano novo, parede nova
Já foi colocada a primeira pedra do mais novo empreendimento imobiliário de 2014.
The first picture of the first 2014 mural.
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Espuminha
1. Quase não tinha ainda terminado a comunicação ao país e já o Tribunal Constitucional era acusado, no subtítulo de primeira página do Diário Económico, de «chumbar a convergência de pensões da CGA com a Segurança Social» e a SIC mostrava, em nota de rodapé, que o «chumbo do Constitucional custa[ria] 388 milhões de euros». Ora, como é óbvio, não só o TC não chumbou, de per se, «a convergência de pensões da CGA com a Segurança Social» (mas sim a violação do princípio da confiança inscrita na proposta de Orçamento), como constitui uma escolha jornalística manifestamente enviesada referir que o dito chumbo teria um «custo» de 388 milhões (quando se poderiam referir, na mesma linha, os ganhos para a economia portuguesa que decorrem do alívio da austeridade resultante desta decisão do TC). Por leviandade, simples mau hábito, intencionalidade ou preguiça, os meios de comunicação social continuam, com irreprimível frequência, a reproduzir a narrativa oficial sobre a crise, a austeridade e o programa de «ajuda» externa.
2. Na sequência da decisão do TC assiste-se já, uma vez mais, à discussão sobre o «activismo político» dos juízes, o pendor ideológico anacrónico do Tribunal Constitucional (escamoteando-se a unanimidade da decisão, o facto politicamente mais relevante deste chumbo), ou o seu papel de obstaculização face à necessidade de cumprir, «custe o que custar», os compromissos com a Troika. Não por acaso, o governo escolheu um fato orçamental que estava talhado para não passar pelo crivo do Constitucional. Não por acaso se continua a pretender confundir a análise baseada em princípios e valores (equidade, proporcionalidade, confiança) com opções de natureza política e ideológica. O governo sabe, desde há muito, que só já dispõe de um álibi para justificar o fracasso da sua estratégia de «ir além da Troika»: os chumbos do Tribunal Constitucional.
3. De idêntico modo, está já instalada a discussão sobre o quadro de medidas que permitem «compensar» esta decisão do Tribunal Constitucional. De um lado, as propostas punitivas, que cavalgam o chumbo para justificar o aumento de impostos e o reforço da austeridade. De outro, as propostas alternativas, com contornos fiscal e socialmente «mais justos», ancoradas na necessidade de inverter o desequilíbrio na repartição de sacrifícios entre o capital e o trabalho. E nesse plano ficará, uma vez mais, a contenda política. No nível subparadigmático face ao que seria verdadeiramente importante discutir: faz sentido persistir na fracassada receita da austeridade? Não é hoje claro que esta não resolve, antes agrava, os problemas do país? Continuamos a pretender ignorar os factores estruturais que nos conduziram até aqui e a que a crise de 2008 apenas veio dar expressiva visibilidade? Não aprendemos nada ao longo dos últimos dois anos? Estaremos destinados a assistir, ciclicamente, ao simples confronto entre austeridade «benigna» e «maligna», como quem luta pela posse de um remo enquanto o barco se afunda?
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
2014 será regado com tinta
Dear Friends wish you all a Happy New Year!!!
Bright, Colourful, with a lot of street action and full of loads of paint!!! Yeeeeah!!!
ABRAÇÕES AMIGOS!!!
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