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sexta-feira, 11 de abril de 2014

There Is Not Such Thing As "The Third Way"


Não há Terceira Via. O caminho viável é pela ala ESQUERDA das ruas.
Always walk on the LEFT side of the street. That's the way indeed!

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Sacred Car


«The future of street art: painting cars. I mean people have no problem putting tatoos on their bodies but when it comes to their cars (and there is as much steel in them as there is concrete on the road) it's like forget it. People freak, when you touch their cars. Nevermind that they're contributing to global warming, global conflict, pollution, health hazards in general and a generally dubious future for the world. Sacred the car is. It's the uniform, the business suit, the titanius layer of steel.»

Roadsworth (street artist)

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Confrontando a ordem prevista da cidade


"O graffiti inverte a ordem de quem prefere uma cidade “limpa” e muda, inscreve nos seus muros protestos e cores que contribuem para a formação de uma imagem heterogênea da cidade, é o buraco negro que evidencia tantos outros (in)visíveis.

Em meio a uma profusão de imagens, o graffiti muitas vezes é um ponto de intensidade que nos faz parar e reparar, confronta uma ordem prevista da cidade, desloca o sujeito do seu trajeto e, por isso, pode ser visto como uma ameaça, como um confronto.
[...]
A cidade torna-se, então, espaço de disputa. O mesmo muro que serve para separar também é usado pelo piXador que assina seu nome e dedica o piXo para a namorada ou para um amigo, pela publicidade que usa o stencil para pintar a face dos candidatos em período de eleição ou pelo graffiti que colore o seu cinza e intriga um passante mais atento."

Glória Diógenes e Alessandra Oliveira

terça-feira, 8 de abril de 2014

Lisboa adesiva


Uma enorme família de autocolantes foi de visita a Lisboa. Viveram todos momentos tão aprazíveis que alguns resolveram permanecer por lá.

A happy sticker family has just visited london. They had such a great time that some of them decided to stay there longer.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

From Autumn to Spring


Passados seis meses obtivemos, pela primeira vez, uma fotografia à luz do dia desta intervenção outonal. Graças ao acolhimento generoso por parte de todos os amigos cascalenses, a tinta ainda respira com as suas cores vibrantes :)

Here we are today, after six months this painting is still there. And this is the first daylight picture we took of it. Thank you all Cascais friends who let streets stay alive ;)

domingo, 6 de abril de 2014

Brazil Keeps On Getting Stronger


Em mais um breve périplo pela fascinante América Latina, pudemos registar, quase um ano depois, os indícios de um autocolante estropiado que heroicamente vem resistindo às intempéries.

Travelling again across the ocean, we could see what is left of a heroic sticker, after almost one year fighting against weathering.

sábado, 5 de abril de 2014

SUBLEVA-TE!!!




NÃO 
à humilhação, submissão
SIM 
à igualdade, integração, dignidade

Costah, um dos pouquíssimos Street Artists que mantém a verdade das ruas, o espírito autêntico de um ser humano gigante e um excelente Artista. Muita sorte têm as gentes do Porto, cujas ruas são presenteadas com as suas obras. Nestas fotografias, deu-nos a honra de uma participação conjunta :) Obrigado Grande Amigo!! Abraços

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Tikone Palmela


À entrada do Parque Palmela, em Cascais, Tikone deixou a sua marca, um dos mais talentosos e genuínos Street Artists que passaram por Portugal.
Tikone is a brazilian Street Artist who spread around some of the most beautiful walls Cascais has ever seen.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Desemprego: uma invenção desnecessária


"Há 1 milhão e 400 mil desempregados porque há 1 milhão e 400 mil postos de trabalho que não estão a ser utlizados de propósito. O Governo decidiu uma política recessiva que permita recuperar as taxas médias de lucro na produção e que o Governo definiu no próprio Orçamento de Estado: fazer cair o PIB, encerrar fábricas e empresas e criar ainda mais desemprego (cito o Relatório do Orçamento de Estado 2013). Isto faz-se desempregando pessoas, aumentando a jornada de trabalho para que um faça o trabalho de dois, intensificando tarefas (dando cada vez mais trabalho à mesma pessoa), aumentando impostos para fazer falir pequenas empresas (restaurantes, cabeleireiros, cafés, lojas), regulando a existência de estágios para exercer profissões (não obrigando à sua remuneração, por exemplo). A consequência disto é a médio prazo quebras na produtividade, os que trabalham estão exaustos e o número de esgotamentos duplicou e aumentou o número de acidentes de trabalho.

[...] Karl Marx veio dizer que esta é uma pequena parte da história – a menos importante. Porque há um outro factor, mais determinante para manter os salários baixos, aquilo que ele designou como exército industrial de reserva – uma gigante massa de desempregados. O desemprego é, no modo de produção capitalista, a forma mais rápida de baixar os salários porque quem está empregado sente-se ameaçado de perder o emprego e aceita a redução das condições laborais.

Não é no entanto necessário qualquer desempregado. Por exemplo, para fazer descer os salários dos advogados é preciso advogados desempregados; para baixar o valor dos salários dos professores é preciso professores desempregados, e por aí fora [...] E, afirmo-o sem qualquer dúvida, fazer desempregados é o objectivo principal da política governamental, se olharmos a economia na sua totalidade.

Sem um rumo de ruptura com estas políticas vai haver cada vez mais desemprego [...]

É preciso lembrar ainda que 1) Portugal tem no desemprego 1 milhão e 400 mil pessoas aptas para trabalhar 2) um país que precisa que se produza bens e serviços 3) não utiliza toda a capacidade instalada (investimentos, máquinas etc.) 4) os bancos estão inundados de dinheiro e não fazem investimentos, nem os chamados “grandes empresários” porque a remuneração do investimento via títulos da dívida pública é maior e mais segura, e porque as grandes empresas funcionam em regime de monopólio, não estão sujeitas à competição que podia levar a mais investimentos – no caminho morrem as PME porque a maioria depende das encomendas destes monopólios. [...] O direito ao trabalho é o direito à vida e, como bem social que é, o trabalho deve ser divido por todos e todos trabalharem. Não existe nenhuma solução realista para o nosso país que não seja a redução do horário de trabalho sem redução salarial. Todas as outras medidas são inúteis e não trarão qualquer resultado."

Raquel Varela

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Miséria moral contra o RSI


"Na passada sexta-feira, no final da interpelação ao governo feita pelo BE, ao ser questionado sobre a diminuição do número de beneficiários de RSI, o vice-primeiro-ministro Paulo Portas decidiu ter o seu momento «Vítor Gaspar», ensaiando uma resposta pouco limpa e nada cautelar. Segundo Portas, os ex-beneficiários em questão teriam deixado «de ter rendimento mínimo porque, por acaso, tinham mais de 100 mil euros na conta bancária», o que levou o deputado Pedro Marques a anunciar que o PS iria dirigir uma pergunta por escrito ao governo, tendo em vista saber quantos, dos cem mil beneficiários do RSI que perderam recentemente o direito à prestação, «tinham 100 mil euros no banco».Infelizmente, com a extinção, pelo actual executivo, da Comissão Nacional do Rendimento Social de Inserção (CNRSI) - que produzia relatórios da execução da medida e de caracterização dos beneficiários - torna-se hoje mais difícil aceder a dados detalhados que escrutinem a afirmação do ministro Paulo Portas. O que é pena, pois o último relatório desta comissão, de Junho de 2011, permitia por exemplo concluir que as situações de «fraude e abuso» (por incumprimento do programa de inserção, falsas declarações, falta à convocatória do IEFP, recusa do plano pessoal de emprego ou posse de património mobiliário superior ao limite, entre outras), representavam apenas cerca de 3% dos motivos de cessação da prestação, desmentindo portanto a tese, insistentemente propagada pela direita (e em particular pelo irrevogável partido de Paulo Portas), de que o RSI constituía um simples «subsídio à preguiça», concedido a uns malandros que dele não precisavam e apenas não pretendiam trabalhar.

Ora, é exactamente no quadro desta mesma sanha persecutória e miséria moral que se inscreve a insidiosa afirmação proferida por Paulo Portas. De facto, não só o Regulamento de Acesso ao RSI em vigor não determina a cessação da prestação a agregados familiares com depósitos bancários superiores a 100 mil euros (mas sim superiores a 25 mil euros), como a redução no número de beneficiários se verificou, paulatinamente, muito antes da fixação desse limite, para efeitos acesso ao RSI. O que a mentira descabelada de Paulo Portas procura esconder é pois outra coisa: ao apertar progressivo dos critérios de acesso à prestação, juntou-se, mais recentemente, um outro factor de exclusão, decorrente de regras administrativas responsáveis por sucessivos erros e atrasos dos serviços e que apenas servem para dificultar e até impedir, burocraticamente, o acesso e a permanência das famílias e indivíduos no RSI."


Nuno Serra 

terça-feira, 1 de abril de 2014

Waiting For Real Warm Spring






The weather is not still warm enough, it's been a cold Spring. This is an unfinished weather, just like these posters aren't completed yet.