Produtividade em fim de semana europeu.
domingo, 31 de julho de 2016
sábado, 30 de julho de 2016
quinta-feira, 28 de julho de 2016
terça-feira, 26 de julho de 2016
segunda-feira, 25 de julho de 2016
Stickers Ready to Print #8
Depois de vários pedidos, que com razão chamaram a atenção para o facto de desde há muito tempo não partilharmos matrizes de autocolantes prontas para impressão, aqui oferecemos mais uma página com esse fim. Quem quiser multiplicá-la, está a vontade! Abraços ;)
domingo, 24 de julho de 2016
sexta-feira, 22 de julho de 2016
segunda-feira, 18 de julho de 2016
Centro comercial de arte urbana ao ar livre
Quem conheceu a Lisboa expressiva até há poucos anos, com muros intensos preenchidos por uma imaginação fulgurante, em cada esquina uma surpresa, estênceis, cartazes, autocolantes e desenhos de todo o tipo, numa curisidade constantemente renovada, vê hoje com decepção o cenário vazio em que se foram tornando as intervenções controladas, previsíveis, institucionalizadas, reprimidas.
A nova versão de arte pública, apodada de "arte urbana", com todos os méritos que em si encerra, não precisa de eclipsar, por meio da repressão institucional, as manifestações de artes plásticas que acontecem no espaço urbano, livres e cidadãs. Os poderes que promovem o muralismo autárquico e empresarial, são os mesmos que mandam punir autores divergentes, oprimindo e apagando todos os vestígios de expressões alternativas.
O conflito e a censura são desnecessários. Há paredes que cheguem para todos.
Deparamos neste momento com paredes assépticas, intolerantes a desenhos independentes, sobre os quais são aplicadas a rolo manchas homogéneas que removem impurezas — não vá a liberdade de expressão criar maravilhosos momentos de espanto que ofusquem a monotonia dos murais esparsos que caracterizam manifestações restritivas e obedientes.
A paixão pela tinta transformou-se na pintura aborrecida sobre suportes previsíveis. Organizam-se excursões apresentadas como "very typical" para se tirar fotografias ao Amor que floresce com lugar e hora marcada.
A nova versão de arte pública, apodada de "arte urbana", com todos os méritos que em si encerra, não precisa de eclipsar, por meio da repressão institucional, as manifestações de artes plásticas que acontecem no espaço urbano, livres e cidadãs. Os poderes que promovem o muralismo autárquico e empresarial, são os mesmos que mandam punir autores divergentes, oprimindo e apagando todos os vestígios de expressões alternativas.
O conflito e a censura são desnecessários. Há paredes que cheguem para todos.
domingo, 17 de julho de 2016
Suécia adota a semana das 30 horas
"As elites económicas portuguesas não gostam de desafios preferindo situações confortáveis de lucros estáveis preferencialmente com a garantia e apoio financeiro ou regulamentar do Estado.
Por isso proliferam as Parcerias Público Privadas em que o Estado garante a taxa de lucro, os Colégios Privados em que o Estado paga a factura, os monopólios privados da electricidade em que o Estado, via regulador, estabelece preços tais que assegurem lucros elevados, ou os oligopólios privados, como o do retalho, que agem sem controlo.
Deste modo, quando precisam de aumentar a competitividade recorrem à baixa de salários, aos despedimentos, ao aumento da jornada de trabalho com o mesmo ordenado, mas nem assim conseguem competir nos mercados internacionais. É que o investimento, a modernização dos meios produtivos e a melhoria de processos são a única forma, num mundo de ciência e tecnologia, de aumentar, de forma sustentada, a produtividade e a competitividade.
Vem isto a propósito da decisão da Suécia de introduzir a semana das 30 horas, 6 horas dia em cinco dias de trabalho, quando em Portugal os empresários não querem abdicar das 40 horas.
Porque introduzem os suecos a semana das 30 horas?
Segundo fontes patronais, para aumentar a produtividade. É um desafio a que a sociedade se propõe: produzir mais em menos tempo. Um desafio que os empresários abraçam. Estariam os empresários portugueses disponíveis para um desafio destes?
O senso comum duvida muitas vezes da realidade. Não parece evidente que é o Sol que anda à volta da Terra? Também não parece absurdo trabalhar menos e produzir mais? Será possível? A resposta é afirmativa. Tudo passa pelo uso mais eficiente da tecnologia e por uma melhoria dos processos laborais.
Por outro lado, uma situação em que os empregados têm mais tempo para a família e para as suas actividades favoritas também favorece o empenhamento no trabalho que aumenta a produtividade. Essa é a experiência da Toyota de Gotemburgo na Suécia, que há já 13 anos (!) pratica a semana das 30 horas com grande êxito, traduzidos em maiores volumes de vendas e de lucros.
Mas há outras vantagens sociais no estabelecimento de horários de trabalho mais curtos.
Um estudo recente, conduzido à escala mundial, demonstrou que o risco de ataque cardíaco diminui em cerca de 30% entre as pessoas com horários menores o que permite poupanças elevadas no sistema de saúde. Também provado é o maior risco de alcoolismo entre as pessoas que mais horas trabalham.
O maior tempo disponível permite um melhor acompanhamento dos filhos com impacto no sucesso escolar das crianças e um maior apoio aos pais e avós, também reduzindo custos sociais."
Jorge Fonseca de Almeida
sábado, 16 de julho de 2016
quinta-feira, 14 de julho de 2016
Transpondo disciplinas e fronteiras
"No mundo do saber técnico, na era da ciência e da informação cada porção de arte pode atuar como sopro criador. Ao contrário dos especialistas, dos experts em áreas restritas de saber, o artista transita, transpõe disciplinas, inverte códigos e recria paisagens. Que os saberes atuem misturados, que as fronteiras existam apenas para que se possa passar, que sobreviva a palavra não dita."
Glória Diógenes
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