segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Transitoriamente eterno
A arte nas ruas constitui-se como acervo do património cultural não censurado, imediato, livre, autêntico, ainda que tudo aí seja transitório. E qual o problema de existir arte efémera? Afinal, à luz do tempo infinito, não é tudo efémero? Quanto dura um momento, um gesto, uma década, uma vida, um milénio? Qual o tempo de um planeta, de uma galáxia, de uma espécie sobre a Terra, seguida de outra e de outra? Quantos tempos cabem dentro do tempo? Só importa o momento presente. Ou, em última análise, nem isso. Então, se podes, descontrai e usufrui ;)
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