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segunda-feira, 11 de julho de 2016

Security


“Tradition becomes our security, and when the mind is secure it is in decay.”

Jiddu Krishnamurti


domingo, 10 de julho de 2016

Junto ao Cascaishopping

 http://goo.gl/maps/6e3QH

http://goo.gl/maps/dIi8P

Once more in Cascais Google Street View: the same abandoned factory, a picture of its façade and another one of its back. We're there! We hit both points of view ;) Yeeeah!

sábado, 9 de julho de 2016

Unauthorized, Rawer and Subversive


"As for the non-initiatives — let’s refer to those as those individual initiatives — they basically translate in the will of an artist or a small collective or artists to intervene in the street, sometimes - but not necessarily - without any kind of mediation or concerns towards legality, much like traditional graffiti, if not in the content or intention, in the form, or ways of making. These might be relatively spontaneous; with of course the amount of planning that is necessary to pass from the idea to the realization. Most of the times, these are not authorized interventions, but the result of the initiative of the artists, who find in the walls of the city a canvas for their work and will to self-expression. These pieces can have a rawer and even subversive intention in them. It is totally untamed street art, while meaning in a very clear way the willingness to reclaim their space within the city’s public spaces. If on the one hand there might be a risk in the moment of making the piece in the street and not getting caught, on the other, there is a certain feeling of surprise for the alert users of the public space when discovering that a new piece of art just ‘appeared’ in a wall or tree or sign in the street they are passing by. This is certainly a stimulating effect of communication between artist and passer-by that contributes to a sense of communal belonging in relation to the city."

Ágata Dourado Sequeira


sexta-feira, 8 de julho de 2016

Recuperar a soberania nacional


"A perda da soberania nacional, a transformação deste país numa semicolónia, grande obra do Euro e desta UE, corresponde a uma perda de autonomia individual para a maioria dos que aqui vivem, compelida pelo desemprego, pela perda de rendimentos e pela quebra do laço social a escolhas cada vez mais trágicas: quantas centenas de milhares de jovens mais têm de ser forçados a abandonar o país? Até quando é que é possível desligar uma “ideia” das suas materializações?

De facto, e perante esta tragédia, demasiados intelectuais brilhantes limitam-se a exercícios impotentes de imaginação europeísta, confundido uma certa ideia de Europa com UE e com a sua moeda, confundindo abertura ao outro com comércio e circulação de capitais irrestritos e com uma moeda forte que não nos servem [...]

E até seria possível imaginar outra Europa, claro: uma Europa de nações e de povos, livres e soberanos, que cooperam, em modo de geometria variável, porque existem interdependências a gerir. Essa cooperação seria útil na medida em que aumentasse a margem de manobra das democracias nacionais. Na ausência desta ideia, ficamos perante uma forma de inadvertido nacionalismo, baseado na defesa implícita da criação dos atributos de um Estado, mas numa escala europeia muito superior, em modo EUA idealizado, o que só pode produzir monstros imperiais neste continente irremediavelmente plural."

João Rodrigues

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Cryptic Little Messages


“Street art repositions the public space around it, making it a place where cryptic little messages are offered to those who care to see them.”

Richard Lacayo (art critic)

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Gales 0 x 2 Portugal (vai à Final)


“We’re massively disappointed but we’ve got to be proud of ourselves. We’ve given everything. We tried to enjoy the experience. We want to thank the fans, who have been incredible. We tried our hardest and we’re sorry we couldn’t get to the final. They shut up shop quite well. We have no regrets. We have to be proud of what we’ve achieved.”

Gareth Bale

terça-feira, 5 de julho de 2016

Indemnizar cada português


O Comissário Europeu para a Economia, Pierre Moscovici, fez saber hoje que já teve início a preparação da indemnização que a União Europeia deve aos portugueses.

No habitual "briefing" de Bruxelas, o executivo comunitário assumiu as próprias mentiras com que nos tem vindo a enganar, reconhecendo que HÁ ALTERNATIVA À AUSTERIDADE e que sabe que os povos europeus, especialmente o português, já se deram conta disso.

Pediu desculpas pelas políticas impostas a Portugal pela troika [Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional] que tantos estragos causaram a todos os níveis, mais visivelmente no plano económico, laboral e social.

Moscovici ainda procurou sacudir alguma água do capote, lembrando que fomos governados durante quatro anos e meio (e não apenas quatro, como impunha a lei) por um governo incompetente, corrupto e submisso que afincadamente se empenhou em "ir além da troika". O "oportunismo de Passos Coelho, Paulo Portas e Maria Luísa Albuquerque vieram agravar o problema" afirmou. No entanto não deixou de reconhecer "o fracasso das políticas neoliberais, no que concerne a dotar Portugal de mais e melhores instrumentos para crescer e se desenvolver".

O Comissário Europeu pediu que os portugueses apliquem sanções à União Europeia com inteligência e sem vontade punitiva. "Tenham pena de nós" disse, "por culpa nossa vivemos um período difícil de crescente descrédito na Europa, e estamos psicologicamente muito abalados com o desaire que recentemente sofremos com o resultado do referendo no Reino Unido".

A política devastadora infligida à maioria dos portugueses foi injusta, e o assunto anda a ser debatido nas reuniões do colégio de comissários em Estrasburgo. Concluiu: "já estamos na fase da contabilização dos estragos, só nos resta tornar a pedir desculpas e garantimos que cada português e cada portuguesa serão indemnizados. É de elementar Justiça!"

This afternoon European Commission apologized for all the socially unacceptable and economically disastrous measures they have imposed on Portugal for the past years.

"We have been arrogant and incompetent leading Europe" said Pierre Moscovici, Commissioner for Economic Affairs. "European Union has been causing too much destruction and pain to european lives, specially in South Europe. So we've been preparing the payment of a fair compensation to Portugal."

It's still kept in the drawer how much Portugal will receive as indemnization. "We're still trying to figure out how bad are the consequences arising from the orders we gave and from our stupid actions. We will as soon as possible explain in detail the amount of money that is going to be paid to every and each portuguese. But will when taken, not today", announced Moscovici.

During the press briefing that took place today in Strasbourg, European Commission assured "It's time to take responsibility for our behavior and ask Portuguese People to forgive us."

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Vulnerabilidade e imperfeição

imagem da autoria de Anaëlle Morf retirada daqui

"Os artistas urbanos são diferentes. Eles trabalham em locais abertos, expostos ao público. As circunstâncias (principalmente a ameaça de serem presos) fazem que eles tenham de trabalhar de forma rápida, de certa maneira, ingênua. E é justamente esse ato público de criação de arte que faz os artistas urbanos serem pessoas muito vulneráveis. Como não podem esconder as imperfeições de seu trabalho, eles se veem forçados a aceitá-las e incorporá-las. Por causa disso, nós, como espectadores, somos levados mais a fundo em uma peça, o que acaba dando origem a uma conexão emocional mais profunda. 

Para nós, o fato de a arte urbana ser efêmera e de a maior parte dos trabalhos ser geralmente criada em público são o que torna esse tipo de arte tão poderoso e, em última instância, contagiante. O objetivo do artista é não ser tecnicamente perfeito. Ao contrário, é usar sua arte para abraçar as coisas que o torna “humano” e, em seguida, compartilhar essa humanidade com as demais pessoas. Isso é o que faz de nós, amantes da arte, ricos."

Marc e Sara Schiller (Wooster Collective)

domingo, 3 de julho de 2016

Goodbye British Empire


Eis o que resta do extinto e saudosista Império Britânico, o maior que alguma vez existiu no mundo, aquele onde o sol nunca se punha. Reduzido pela história a um reino unido por quatro nações vizinhas, parece que por fim ameaça pulverizar-se. No referendo do chamado Brexit, ocorrido em 23 de junho, vemos a sul Inglaterra e Gales mostrarem-se favoráveis à saída da União Europeia, enquanto a norte, Escócia e Irlanda do Norte preferem a permanência. Será a dissolução final?

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Sorry, Too Tempting


Por motivos de segurança? Sob vigilância? Não demos por nada.

Don't regret what you do. It was exactly what had to be done.