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quinta-feira, 31 de março de 2016

Alunos


"Fiquei muito feliz c/ o discurso da cineasta Anna Muylaert, premiada pelo emocionante filme “Que horas ela volta”.

A diretora contou sua jornada de descoberta de muitas Jéssicas que, como a personagem do filme, realizaram o sonho de entrar numa universidade

Nossos programas - do meu governo e do governo Lula - ampliaram o acesso e possibilitaram que filhos de domésticas cursassem ensino superior.

De 13 anos para cá, a cara das universidades mudou. Hoje está mais plural, colorida, democrática - como deve ser.

Em 2014, por exemplo, 35% dos formandos do ensino superior foram os primeiros de suas famílias a chegar à universidade.

Avanços como esse não serão barrados e seguiremos ampliando as oportunidades para que mais e mais brasileiros tenham um futuro melhor."

Dilma Roussef

Nota: a cineasta Anna Muylaert recebeu o prêmio “Faz Diferença”, do jornal O Globo, pelo filme “Que horas ela volta?”. Em seu discurso, a cineasta dedicou o prêmio às “Jéssicas” reais (homens e mulheres) que hoje estão na universidade e ao ex-presidente Lula e à presidenta Dilma, a quem ela atribuiu responsabilidade pela democratização do acesso às universidades.

quarta-feira, 30 de março de 2016

O filme da chegada


Oi, cara! Cê tá bem? Prazer em ti rever! :-)))
Welcome to São Paulo, the city of magic!!! :-D

terça-feira, 22 de março de 2016

domingo, 20 de março de 2016

Mild Sunday at the Zoo



Suricata suricatta: o risco de extinção é muito reduzido, pelo que não têm nenhum estatuto especial de conservação.
A espécie pode ser encontrada na África do Sul, Namíbia, Angola, Moçambique, Zimbabué, Botswana e... Jardim Zoológico de Lisboa ;p

sexta-feira, 18 de março de 2016

As Long As Your Name Lasts


“I mean, they say you die twice. One time when you stop breathing and a second time, a bit later on, when somebody says your name for the last time.”

Banksy

quinta-feira, 17 de março de 2016

quarta-feira, 16 de março de 2016

terça-feira, 15 de março de 2016

Paz às crianças


"Cinco anos após o início da guerra, a vida das crianças sírias tem sido marcada pela violência, pelo medo e por condições de vida degradantes. A UNICEF alertou esta segunda-feira para o facto de cerca de 3.7 milhões de crianças terem nascido depois do início da guerra da Síria, em Março de 2011. Dessas crianças, mais de 306 mil nasceram como refugiadas.

Num relatório intitulado No Place for Children, a UNICEF denuncia cerca de 1500 "violações graves" praticadas contra crianças, incluindo casos de morte e mutilação, recrutamento para as facções envolvidas no conflito, rapto, prisão e ataques a escolas e hospitais. O relatório diz que mais de oito milhões de crianças na Síria e nos países vizinhos necessitam de ajuda humanitária e estima que cerca de 400 crianças foram mortas em 2015.

“Para as 3.7 milhões de crianças sírias que nasceram desde o início do conflito, cinco anos é literalmente uma vida. Uma vida em que não conheceram mais nada a não ser violência, privação e incerteza”, afirmou Anthony Lake, director executivo da UNICEF.

No total, a UNICEF estima que cerca de 8.4 milhões de crianças – o que corresponde a mais de 80 % da população infantil síria –, estão actualmente afectadas pelo conflito no interior do país ou como refugiadas.

“Na Síria, a violência tornou-se uma prática comum, atingindo casas, hospitais, escolas, centros de saúde, parques, jardins infantis e locais de culto,” disse Peter Salama, director regional da UNICEF para o Médio Oriente e Norte de África.

O acesso à educação é um dos maiores problemas que a UNICEF denuncia, estimando que mais de 2.1 milhões de crianças dentro da Síria e cerca de 700 mil nos países vizinhos não estão a conseguir ir à escola.O relatório afirma que até ao momento a Síria ficou sem um quarto das suas escolas: mais de seis mil foram destruídas pela onda de violência. Muitas das antigas escolas são agora utilizadas como locais estratégicos para combatentes ou como abrigo para centenas de famílias que perderam as suas casas.

“Nestes cinco anos de guerra, milhões de crianças cresceram demasiado depressa e antes do tempo”, explicou Peter Salama. “Com a continuação do conflito, as crianças continuam à mercê de uma guerra de adultos, continuam a não ir à escola, muitas vêem-se obrigadas a trabalhar e muitas raparigas casam precocemente”, reiterou.

Nos países vizinhos, o número de refugiados sírios é hoje praticamente dez vezes maior do que aquele que se registou em 2012, sendo que metade são crianças. Desde que a guerra começou em 2011, cerca de 15 mil crianças não acompanhadas ou separadas atravessaram as fronteiras da Síria.

Das cerca de 2.4 milhões de crianças sírias refugiadas, apenas uma pequena minoria consegue chegar a campos. A grande maioria vive em comunidades pobres e muitas delas são obrigadas a trabalhar para conseguir sustentar as suas famílias.

Outra das principais preocupações manifestadas no relatório é o aumento do número de crianças que são recrutadas para combater na guerra. “As crianças afirmam que estão a ser activamente encorajadas para se juntarem à guerra, sendo-lhes oferecidos presentes e 'salários' de 400 dólares [cerca de 358 euros] por mês”, lê-se no relatório.

Desde 2014, os diversos lados do conflito, em particular o autoproclamado Estado Islâmico (EI), têm recrutado crianças, que recebem treino militar para participarem em combates, arriscando a própria vida. Mais de metade dos casos verificados em 2015 pela UNICEF são crianças com menos de 15 anos, a maior parte delas sem o consentimento dos pais."

In Público - 14/03/2016