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sábado, 16 de janeiro de 2010

Tortura em Espanha

«É muitas vezes dificil compreender que ao nosso lado está um Estado que tortura e assassina. É-o porque a comunicação social se esforça por construir uma imagem "democrática" do Estado espanhol. Se os jornais, as rádios e as televisões cumprissem o seu papel, denunciariam todos os actos terroristas cometidos pelo Estado em nome da "democracia" contra o suposto "terrorismo" de quem luta pela liberdade.
(...)
Amaia Urizar foi presa em Outubro de 2004. Aqui fica o relato do tratamento que recebeu. As semelhanças entre estes acontecimentos e as atrocidades nazis não são ficticias, são reais.
(...)
Então senti o metal entre as minhas pernas e um guarda civil sussurrou-me que não me mexesse. Eu chorava e comecei a gritar como uma louca, enquanto fazia forças para juntar as minhas pernas, mas não podia porque tinha os tornozelos atados aos pés da cadeira... Pôs-me a pistola entre as pernas e com a mão apalpou-me as cuecas; eu gritava-lhe que me deixasse em paz, mas ele começou-me a bater-me nos ouvidos com estalos e gritava-me que estivesse quieta ou que se ia escapar um tiro porque a pistola estava carregada. Ouvia as gargalhadas dos restantes dizendo coisas do estilo "vaca, puta, vais gostar..". Introduziu-me o canhão da pistola na vagina enquanto me gritava ao ouvido uma e outra vez "que te digo quando te foder, gora ETA?" Não podia parar de chorar e já não tinha forças para gritar. Começou-me a introduzir e a tirar a pistola de forma mais violenta, o que me provocava dor, enquanto que o que me sussurrava "sim, tu gostas, puta", "não vais ter um filho porque te vou dar dois tiros"...O seu odor metia-se dentro de mim, enojava-me, não sei se alguma vez me sairá este cheiro da cabeça...Estavam-se todos a rir (...) metia-me e tirava o canhão da pistola na vagina e sovava-me o peito de forma brusca, apertando-me o peito com as mãos. Notava dentro de mim o frio do metal, eles repetiam que a pistola estava carregada e que se disparassem a culpa seria minha... Não sei quanto tempo se prolongou a violação mas fiquei muda, estava como perdida; naquela habitação estavam a violar o meu corpo (...)»
Associação de Solidariedade com Euskal Herria (ASEH)
[Lê o relato completo aqui.]

2 comentários:

Mr.Dico disse...

Ei !! curti bué :D parece que tem volume :p continua abraço ;)

Madalena Virtuoso disse...

É tão asqueroso que é difícil de fazer fazer comentários